Governo de SP apresenta programa SuperAção SP no Fórum Ministerial no Panamá

Evento reuniu cerca de 60 delegações nesta terça e quarta-feira (20 e 21), no Panamá, com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal)

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A Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) levou o Programa SuperAção SP ao Fórum Ministerial sobre Desenvolvimento Social da América Latina e do Caribe, que reuniu cerca de 60 delegações nesta terça e quarta-feira (20 e 21), no Panamá, com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). A secretária de Desenvolvimento Social do estado de São Paulo, Andrezza Rosalém, apresentou o SuperAção SP na Mesa 3 – Ampliando Oportunidades Diante da Incerteza: Capacidades e Ativos para a Mobilidade Social.

“Vivemos em um cenário de incerteza: transformações no mundo do trabalho, transformações tecnológicas, mudanças climáticas e desigualdades persistentes. Os efeitos dessa instabilidade não são distribuídos igualmente, uma vez que famílias em situação de vulnerabilidade enfrentam barreiras que limitam tanto o acesso a serviços e direitos quanto as possibilidades de desenvolver capacidades e gerar renda”, afirmou a secretária. “Esse é o desafio que orienta nossa experiência: não basta disponibilizar políticas e oportunidades. É preciso criar condições para que as famílias consigam acessá-las e construir trajetórias de maior autonomia”, acrescentou.

O SuperAção SP é um programa intersetorial voltado à melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade, com foco na inclusão produtiva e na superação da pobreza. A identificação das famílias parte dos dados do Cadastro Único, e o encaminhamento ocorre por meio dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), nos municípios participantes.

Mas a seleção é apenas a porta de entrada. O mecanismo central do programa é o acompanhamento individualizado: os Agentes de Superação trabalham em campo e realizam busca ativa, identificam necessidades e potencialidades e constroem, junto com cada família, um plano de desenvolvimento familiar.

Esse plano organiza a trajetória de atendimento. Em vez de se pressupor que todas as famílias precisam das mesmas respostas, a proposta é articular os recursos públicos de acordo com suas necessidades e com as condições do território.

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